INTERFERÊNCIAS EM RECEPTORES DE RÁDIO E TELEVISÃO

Publicado: novembro 12, 2014 em Uncategorized

ENG. ANTÔNIO FERNANDES NEIVA

  1. A par dos problemas oriundos dos próprios aparelhos receptores, crescem a cada dia as dificuldades para se captar uma emissora de radiodifusão livre de perturbações. No rádio, à programação normal sobrepõem-se ruídos, zumbidos, assobios, vozes estranhas e, até mesmo, programas de outras emissoras; na televisão, as imagens ficam trêmulas, embaralhadas e às vezes superpostas ou chegam a desaparecer. O que fazer, nestes e em outros casos e a quem apelar, é o que se pretende esclarecer.

A maioria dos problemas de rádio-interferência tem soluções mais simples do que se imagina; todavia, para se chegar às correções recomendadas, há necessidade de algumas observações, relativamente fáceis, que permitam identificar o tipo de perturbação.

Antes de se apontar uma estação de radiocomunicação ou de radiodifusão como responsável por um problema de interferência, embora aparentemente tudo indique ser a culpada, é preciso verificar as condições de funcionamento do receptor e o estado da antena. As estatísticas mostram que a maioria das causas de interferências objeto de reclamações se encontram no conjunto antena-receptor.

1.1 O RECEPTOR

A maioria dos fabricantes constroem receptores segundo especificações técnicas rígidas, garantindo-lhes boa imunidade a sinais interferentes. Isto, todavia, não é a regra geral.

Ponderável parcela de indústrias e de montadores fabricam receptores no estrito limite mínimo para funcionar como tal. Os componentes empregados são de má qualidade e o desempenho, de um modo geral, ruim.

Há, pois, que se precaver no momento da aquisição do receptor. Produtos de fabricantes pouco conhecidos requerem maior atenção; um bom indício de seriedade e responsabilidade comercial é dado pelo conteúdo dos folhetos de instruções de uso:

quanto mais informações (tais como esquema elétrico, relação de componentes, como sanar os defeitos mais simples, listagem de postos de serviços autorizados, etc.), mais confiável é o equipamento. Não se iludir com dizeres como “o mais possante”, “o melhor desempenho”, “categoria internacional”, “pequeno por fora e grande por dentro”, pois são frases de efeito, puramente comerciais.

Qualquer equipamento eletro-eletrônico – e os receptores domésticos não fogem à regra – necessita de cuidados periódicos de conservação para mantê-lo em bom estado.

Naturalmente, quanto melhor a qualidade do aparelho, menos freqüentes serão as necessidades de manutenção.

Conveniente é ressaltar, que os receptores instalados próximos à orla marítima, em regiões de tráfego intenso ou fabrís, de elevada poluição química, muito quentes e úmidas, ou, ainda, em locais muito poeirentos (especialmente próximos a zonas mineiras e fábricas de cimento), necessitam de conservação mais a miúde porque seus componentes sofrem maior e mais rápida deterioração.

1.2 ANTENA

A antena é uma peça importante no funcionamento do receptor, e é fácil entender: ela deve captar o sinal desejado e entregá-lo ao receptor para que este tenha um bom desempenho. Entretanto, é comum não se dar a necessária atenção a sua função e isso ocorre porque nas zonas urbanas os sinais das estações radiodifusoras locais são muito intensos e quase dispensam o uso de antena. Nas regiões suburbanas ou mais afastadas, sua importância é reconhecida, em face das dificuldades comumente encontradas.

A escolha da antena apropriada normalmente não constitui preocupação para o leigo, quase sempre induzido pelo vendedor – tão desprovido de conhecimentos quanto o próprio freguês – a adquirir “um tipo de excelente desempenho”.

Antenas inadequadas podem causar recepção tão ruim quanto a sua ausência. Antenas de “alto ganho” podem “entupir” o receptor com excesso de sinal, provocando efeito contrário ao pretendido. Antenas “multibanda” recebem não apenas a estação desejada, como inúmeros sinais indesejados que podem destruir totalmente a recepção almejada.

Como escolher? – determine os canais de televisão ou a faixa de freqüências de rádio desejados; avalie a distância às transmissoras (ou pelo menos a região onde está: urbana, suburbana próxima, suburbana afastada ou rural); analise as facilidades para instalar a antena (área disponível, existência de outras antenas de recepção e de antenas transmissoras próximas) e, finalmente, considere se a sua área não é muito poluída ou está em região de condições climáticas adversas, pois, nestes casos, necessitará de antena de construção mais reforçada.

Dê preferência a antena monocanal ou, se multicanal, ao tipo específico que só receba o que lhe interessa. Não instale antena que tenha “sobra” de capacidade para receber canais ou faixas de freqüências onde não há emissora correspondente, pois isto poderá acrescentar novos problemas.

1.3 Use o menor comprimento possível de fio de descida da antena, e da melhor qualidade. Material barato costuma ser ordinário e logo se estragará, requerendo substituição. Em locais de alta poluição, use fio de duplo isolamento; em áreas sujeitas a interferências (muita concentração de transmissores, usinas, tráfego pesado, instalações industriais ou ainda próximas a redes elétricas), dê preferência a cabo coaxial, mas, neste caso, consulte um vendedor quanto aos dispositivos “casadores de impedância” exigidos, para não fazer uma instalação deficiente.

  1. AS FONTES DE INTERFERÊNCIA

As fontes de interferência são variadas; assim, o conhecimento de suas características gerais e de alguns recursos práticos, poderão fornecer-lhe subsídios para resolver o seu problema e ajudar os rádio-operadores, às vezes desprovidos dos necessários conhecimentos técnicos.

As principais fontes de interferências são: a atmosfera, os transmissores de rádio, as máquinas e motores elétricos, a ignição de motores a explosão e os componentes de circuitos e redes elétricas.

2.1 A ATMOSFERA

A atmosfera é uma fonte de interferência natural muito ativa e pouco é possível fazer contra a sua ação. As descargas elétricas (raios) associadas às tempestades geram sinais de rádio que atingem distâncias consideráveis sob a forma de “estática”. Felizmente, na maioria dos casos e conforme a região, a incidência tem curta duração.

2.2 OS TRANSMISSORES DE RÁDIO

Os fabricantes de transmissores os constroem dentro de especificações técnicas rigorosas e, além de utilizar componentes de boa qualidade, empregam recursos específicos contra rádio-interferências. Entretanto, há montadores, experimentadores e até mesmo fabricantes que, por falta de escrúpulos, ou por ignorância, constroem aparelhos de má qualidade, verdadeiras fontes de dores de cabeça não apenas para o operador, como para toda a vizinhança próxima ou afastada.

O Ministério das Comunicações, através da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações, cuida da qualidade desses equipamentos, permitindo o seu emprego quando atendem as exigências mínimas previstas nas normas técnicas. Essa permissão é expressa através de um “certificado de homologação” ou uma “comunicação de registro”.

Assim, um primeiro indício de má qualidade de um transmissor é o fato de não estar “homologado” ou “registrado” na ANATEL (A ANATEL publica a relação deles).

Além disto, embora não seja muitas vezes perceptível ao leigo, mesmo os bons transmissores são frequentemente adulterados por proprietários que agem de má fé, desprovidos dos mais rudimentares princípios de urbanidade e de respeito à comunidade que integram, ou ainda, pela presunção de possuírem conhecimentos práticos mais requintados do que os projetistas. Alteram os equipamentos e passam a irradiar com potência acima dos limites legais, transformando-os em fonte de interferências prejudiciais.

Uma prática comum é o uso adicional de amplificadores de potência (“botinas”), proibidas, mas mostradas por seus proprietários com grande satisfação, pois estão “indo mais longe”, “desbancando as irradiações mais fracas”.

A ANATEL age com rigor quando localiza tal infrator que, além de estar sujeito a ter o seu equipamento apreendido, poderá ser processado criminalmente.

Todavia, muitas vezes o problema se deve a conhecimentos insuficientes do operador e, nestes casos, medidas simples eliminam a origem das interferências. Por exemplo:

– transmissores desalinhados, desajustados ou mal sintonizados

Um repasse geral com o auxílio do manual             do equipamento pode realizar “milagres” e normalmente é fácil de ser feito.

Raramente será necessário recorrer a uma oficina especializada, a menos que algum curioso tenha tentado “melhorar”qualquer ajuste interno.

– instalações deficientes

Bastante comum entre os itens normalmente desprezados, mas de importância, é a falta de ligação “terra” ou, quando existente, de qualidade duvidosa (os transmissores exigem para o correto desempenho, uma ligação “terra” bem feita).

Não dispondo de facilidade para ligar à rede de canalização metálica do abastecimento d’água ou à estrutura metálica do prédio, o melhor é construir um “terra”, usando para isto uma ou mais “hastes de terra” (copperweld*, com 2 metros de comprimento e diâmetro de ¾ de polegada), enterrada de preferência em terreno úmido, vegetal ou argiloso.

O cabo utilizado para a ligação terra deve ser de calibre conveniente (no mínimo 12 AWG) e sem emendas.

As conexões à haste de terra, assim como no chassi do transmissor, precisam estar mecânica e eletricamente bem feitas.

Todos os cabos de interligações ao transmissor (cabo de antena, cabo de microfone e cabo de alimentação de energia) devem ser inteiriços, de tipo e calibres adequados.

Os conectores e terminais precisam estar em bom estado e com perfeito acabamento de soldagem. Fios partidos, oxidados ou emendados por simples ligação mecânica (torcidos); isolamento quebradiço ou incompleto, cabos de antenas soltos ao sabor do vento ou desprotegidos do tempo, blindagens rompidas, oxidadas ou sem ligação ao cassis do transmissor, constituem as deficiências mais comuns, responsáveis pelo mau desempenho da estação transmissora e são fontes de interferências perniciosas aos vizinhos.

Muitas vezes, os rádio-operadores retiram o equipamento de dentro da caixa metálica acondicionadora, com o intuíto de melhorar a refrigeração dos componentes alterando características elétricas e eliminando a indispensável blindagem que evita a irradiação indesejada de espúrios de rádio-freqüência.

É difícil convencê-los da tolice que cometem.

– antenas impróprias

O uso de antenas inadequadas para transmissão é mais freqüente do que se imagina. O desconhecimento elementar do comportamento dos vários tipos usuais, leva radiotécnicos ou instaladores mal informados, a utilizar antenas impróprias ou, se adequadas, mal instaladas.

Uma boa instalação de rádio-transmissão não coloca a sua antena junto a antena de recepção para outros serviços, principalmente para os de entretenimento, como a radiodifusão.

Uma antena de transmissão deve ficar sempre afastada das de recepção, ou pelo menos em nível bem superior (5 a 7 m), evitando aproximações muito cerradas.

O proprietário de um rádio-transmissor tem obrigação de instalar não apenas na sua própria antena, como nas de recepção vizinhas, dispositivos redutores ou eliminadores de interferências. As boas normas de convivência social assim o exigem. Esses dispositivos são chamados de filtros, custam barato e podem ser obtidos nas casas revendedoras de peças de rádio.

2.3 MÁQUINAS E MOTORES ELÉTRICOS

A interferência gerada por máquinas e motores elétricos está sempre associada a alguma forma de arco elétrico. Quando um arco elétrico é estabelecido, há a geração de energia de rádio-freqüência em larga porção da faixa de rádio. Quanto maior o tamanho do arco, maior a interferência produzida. Inúmeros aparelhos domésticos (liquidificadores, batedeiras, aspiradores de pó, máquinas de costura, etc.) criam arcos elétricos ao funcionarem, e poucas foram as pessoas que não observaram os seus efeitos no rádio ou no televisor.

Os responsáveis pelas interferências são os motores “universais”, que funcionam com escovas de carvão, num contínuo abre-fecha contatos, formando centelhamento (arco elétrico).

É simples eliminar ou reduzir consideravelmente este problema. De início, a providência é de manutenção: troca de escovas gastas, aperto ou substituição das molas que mantém as escovas (às vezes basta apertar parafusos), limpeza do comutador. Se isto não resolver, haverá necessidade de uma medida mais eficaz.

Neste caso, precisará da ajuda de um eletrotécnico para colocar dois capacitores de cerâmica, tipo disco, de 0,01 microfarads (no mínimo 600 volts de isolamento) ligados ao terminal de cada escova para a carcaça.

Além disso, eventualmente, o uso de um “filtro de linha” possibilitará, praticamente, eliminar interferências residuais remanescentes. A sua ação será mais efetiva quando colocado junto ao aparelho do que na tomada de energia.

Os motores utilizados nos gravadores, relógios elétricos, geladeira, etc., não causam interferência, simplesmente porque não utilizam escovas e assim não formam arco elétrico.

Outra máquina elétrica industrial que gera problemas severos de interferência, é a de selagem de invólucros plásticos, pois opera com energia de rádio-freqüência de elevada potência. O circuito gerador da freqüência de operação da máquina, costuma ser muito rudimentar, produzindo inúmeras outras freqüências indesejáveis que provocam interferências em extensa área circunvizinha.

A solução só é conseguida com o uso de dispositivos especiais e neste caso, solicite a ação da ANATEL porque, normalmente, o assunto não se resolverá com facilidade.

Embora não sendo máquina elétrica, os luminosos a neon também podem gerar interferências danosas.

Identificado como fonte de interferência, haverá necessidade do concurso da firma instaladora ou de um eletrotécnico para resolver o problema.

A solução é simples e rápida: intercalar resistores de carvão de 10.000 ohms/1 watt nos fios que alimentam o tubo de neon (luminoso) e ligar o transformador a um “terra”. Em algumas ocasiões é necessário enrolar ao longo de todo o tubo de neon um fio de cobre, calibre 24 AWG, em espiras espaçadas de cinco centímetros, ligando ambas as pontas ao “terra”.

2.4 IGNIÇÃO DE MOTORES A EXPLOSÃO

O funcionamento dos motores a explosão, como os de automóveis e motocicletas, depende de um circuito elétrico simples, que deve fornecer aos cilindros do motor uma centelha elétrica de alta tensão, capaz de fazer explodir a mistura combustível.

A solução para eliminar as interferências provocadas pelo centelhamento, costuma ser fácil e barata. Provavelmente todos os proprietários de automóveis a conhecem: uso de supressores de ruídos nos cabos de vela e no cabo de ligação da bobina ao distribuidor, bem como, o emprego de capacitores do tipo coaxial, no distribuidor e no gerador (ou alternador).

As antigas caixas reguladoras de tensão tinham peças móveis e também precisavam dispor de filtros supressores. As novas, raramente geram interferências.

Algumas vezes, os motores dos limpadores de pára-brisa, dos movimentadores de vidros das portas, e de outros dispositivos geram ruídos impertinentes no rádio.

O uso do capacitor coaxial tão próximo quanto possível do motor elétrico, elimina esse inconveniente.

2.5 REDE DE ENERGIA ELÉTRICA

As redes de distribuição de energia elétrica são construídas segundo padrões de boa engenharia elétrica. Entretanto, como qualquer aparelho, necessitam de manutenção conservativa, o que nem sempre ocorre com a freqüência necessária.

A principal fonte de rádio-interferência de redes elétricas provém do efeito corona, produzido por descargas elétricas que ionizam o ar em torno dos condutores.

O efeito corona gera interferências de difícil eliminação, que são mais sentidas no rádio AM e na imagem de televisão e, a não ser para linhas de transmissão de tensão muito alta, os problemas são resolvidos afastando-se as antenas dessas linhas cerca de 10 metros.

Alguns elementos da rede sofrem deterioração por ação do tempo ou mesmo de vandalismo e, tornam-se geradores de radiofreqüências que provocam interferências. Os componentes mais sujeitos a isso são os isoladores e os transformadores.

Imperfeições no isolamento, tais como rachaduras ou quebras de isoladores e perdas de material isolante nos transformadores, produzem o arco elétrico (“fugas”), já nosso conhecido como fonte de dores de cabeça.

Uma solicitação de serviços à empresa concessionária certamente resolverá o problema.

  1. A esta altura, supomos haver transmitido uma noção mais precisa dos relacionamentos existentes entre fontes de interferência e receptores de rádio e TV; de suas causas e de algumas providências que podem ser tomadas. Não há dúvida de que, por vezes, o problema é de solução menos imediata ou simples, requerendo recursos mais requintados e sobretudo boa dose de compreensão e auxílio mútuo entre as partes envolvidas.

Esta publicação não pretende resolver todos os casos e esgotar o assunto, mesmo porque certos recursos técnicos requerem especialistas mais habituados a lidar com tais problemas.

As associações que agrupam executantes de algumas modalidades de serviços de telecomunicações estão sempre prontas a prestar auxílio e assessoria técnica, porque são constituídas por pessoas de acentuado espírito de fraternidade e desejo de serem úteis à sociedade.

Além da ANATEL, os fabricantes de aparelhos de rádio, de televisão ou de transmissores e sua associação de classe, também podem prestar informações e auxílio nos casos mais difíceis.

Por outro lado, se cada um procurar instalar os seus aparelhos observando regras elementares, a convivência comunitária será menos conflitante e, portanto, mais agradável.

Finalmente, a constatação de uma interferência é sempre um aborrecimento. Assim, antes de tudo procure acalmar-se e ter paciência para enfrentar a situação com lucidez e inteligência. Certifique-se de que a interferência é externa, pois ela poderá estar sendo produzida na sua própria casa.

Tente identificar o interferente – às vezes é fácil. Procure contato com o mesmo – seja especialmente cordial – e juntos procurem resolver o problema. Esteja predisposto a fazer as alterações indispensáveis no seu sistema de recepção, aceitando a colocação de filtros ou mudanças na antena. Afinal, o objetivo principal é poder receber confortavelmente os programas de seu interesse.

Se você mora em prédio de apartamentos onde há um sem número de antenas de TV no telhado, procure observar aquelas antenas quebradas, tortas e danificadas, comunicando ao seu vizinho a necessidade do reparo, pois muitas vezes um pedaço de antena poderá funcionar como um elemento irradiante prejudicial a sistemas corretamente instalados (radiador passivo).

Se não for possível chegar a um acordo com o interferente, então reclame à ANATEL, utilizando o formulário próprio, Reclamação de Radiointerferência em Receptor de Radiodifusão ou em Aparelho Telefônico (nome do formulário),             à sua disposição em qualquer Escritório Regional deste órgão governamental.

No Rio Grande do Sul, a Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, Escritório Regional – ER5, está situado na Avenida Princesa Isabel, 778 – PORTO ALEGRE-RS, CEP 90620-000.

Colaboração: Ivan Dorneles Rodrigues – PY3IDR 
email: ivanr@cpovo.net 

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